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Somente a Bíblia, e o que nela está descrito como fonte de revelação, é Palavra de Deus.

Mas a Bíblia só é Palavra de Deus quando lida, entendida, e praticada com o Santo Espírito. Toda interpretação e aplicação bíblicas que pretendam ser espirituais dependem do trabalho Consolador.

Esforço exegético sem iluminação divina, por mais criterioso que seja, sempre resultará em equívoco, pois o intérprete, sendo um homem como outro qualquer, caído de sua condição original, está absolutamente impedido de acessar as verdades espirituais, a não ser pela graça de Deus, manifestada em Cristo Jesus, e à qual o homem só está habilitado, e é potencializado, pela ação do Santo Espírito.

Por isso, toda hermenêutica, mesmo quando rigorosa, carece indispensavelmente da Terceira Pessoa. Se assim não fosse, seria a Bíblia um livro comum; e mesmo quem a despreza, no todo ou em parte, teria capacidade de entendê-la, e autoridade para aplicá-la. E não é assim que ocorre.

1Coríntios 2.11–16 (RAStr)
11Porque qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o seu próprio espírito, que nele está? Assim, também as coisas de Deus, ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus.12Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo, e sim o Espírito que vem de Deus, para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente.13Disto também falamos, não em palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas ensinadas pelo Espírito, conferindo coisas espirituais com espirituais.14Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.15Porém o homem espiritual julga todas as coisas, mas ele mesmo não é julgado por ninguém.16Pois quem conheceu a mente do Senhor, que o possa instruir? Nós, porém, temos a mente de Cristo.


BÍBLIA SAGRADA. Almeida revista e atualizada, com números de Strong. São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil, 2003.

* Texto em construção.

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